Conhecimento Olimpíco

FIBRA
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A semana começou com um forte movimento no ensino profissionalizante. Na unidade do Senai/Gama foi dado o pontapé da etapa regional da Olimpíada do Conhecimento, competição que reúne 57 alunos em 22 ocupações profissionais. O objetivo deste certame é conquistarmos a pontuação necessária para os jogos, no próximo ano, no Rio. E, mais adiante, termos representantes no WorldSkills, que ocorrerá, em 2011, na Inglaterra. Deste modo, teremos, pela quarta vez consecutiva, a participação de alunos do senai-DF disputando a competição mundial. Em 1999, conquistamos medalha de ouro no Canadá; em 2007 fomos ao Japão e, no próximo mês, levaremos a estudante Helena Simões para disputar na modalidade Design Gráfico em Calgary, no Canadá.

Trata-se da pavimentação de um caminho bastante promissor, pois aquele competidor que supera as etapas da Olimpíada do Conhecimento passa a ser disputado pelo mercado de trabalho no Brasil e que disputa até com empresas do exterior. Assim, o Senai-DF cumpre com a missão de qualificação profissional voltada ao atendimento da demanda das indústrias da capital federal.  Neste sentido, seguimos com a política que se encaixa no perfil do DF.

Ao mesmo tempo em que promovemos a disputa entre os estudantes do Senai/DF, firmamos parcerias que são fundamentais para o crescimento do cidadão. Com isso, a unidade do Gama ganhou o Laboratório de Transmissão de Potência, em parceria com as indústrias SKF e Primeira Linha. O moderno centro permitirá o aprimoramento dos estudantes numa tecnologia de ponta.

É importante frisar que estas iniciativas contribuem para que o DF conquiste o reconhecimento como cidade industrial. Nos últimos anos, os empresários da indústria têm se engajado nesse movimento. Em meados desta década, representávamos 7,1% do PIB do DF e alcançamos, no ano passado, 10,2% de participação do conjunto de riquezas da capital brasileira. Um avanço bem significativo. A meta é chegarmos, no ano de 2015, com a fatia de 14,1% do PIB local.

Apesar da retração das exportações no primeiro semestre deste ano, reflexos da crise financeira mundial a partir do mercado imobiliário dos Estados Unidos, as vendas externas começam a ganhar fôlego neste segundo semestre de 2009. Já alcançamos a marca de US$ 65,4 milhões nos sete primeiros meses do ano.

Se por um lado tivemos dificuldades no mercado internacional, por outro, na economia interna, os meses não foram tão difíceis assim. Tanto é que os setores comércio e serviços comemoraram os resultados das vendas neste período. O emprego é um os balizadores desta receita de sucesso e os indicadores que avaliam este item mostram que o momento é de crescimento. Deste modo, concluímos todas etapas deste ciclo, da formação profissional adequada ao perfil  exigido à colocação desta mão de obra no mercado de trabalho.

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