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FIBRA
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A palavra-chave no mundo de hoje no nosso universo profissional e empresarial é inovação. A modernidade exige incorporação de novas formas, novas estratégias, enfim, ter uma visão nova que agregue valor ao que se fazia antes. Em tudo hoje, procura-se mais eficiência, mas sempre focando na sustentabilidade para garantir a sobrevivência da espécie humana. Nas empresas, procuramos valorizar a inovação no sentido de buscar a melhoria constante da qualidade, pelo aumento da produtividade e redução de desperdícios, mas também pelo desenvolvimento sustentável, aquele que concilia o desenvolvimento tecnológico com a preservação do meio ambiente.
O Brasil é composto de 98% de micro e pequenas empresas e, para estes empreendedores menores, a sobrevivência já representa um gesto inovador. O 4º Congresso Brasileiro de Inovação na Indústria, que reuniu, em São Paulo, empresários e representantes do governo para a discussão da agenda empresarial da inovação no Brasil, teve como objetivo justamente ampliar a efetividade dos instrumentos de apoio à inovação nas empresas. A instalação da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii), um dos próximos passos para garantir o desenvolvimento tecnológico e econômico do Brasil, vem favorecer o setor industrial, principalmente incentivando a área de Tecnologia de Informação. No DF, o setor já é consolidado e prevemos que se torne uma potência com a implantação definitiva do Parque Tecnológico Capital Digital.
Inovação na indústria é sinônimo de geração de emprego e renda. E a base da inovação tem que estar na educação. Por isso, o foco do Programa de Inovação do Brasil (PIB) que a presidenta Dilma Rousseff lançou é, além de dar incentivos ao setor exportador – que vem sendo solapado pela forte valorização do real frente ao dólar -, estimular políticas de inovações tecnológicas. Assim, o programa Ciência Sem Fronteiras pretende conceder 75 mil bolsas de estudo de graduação e pós em instituições do exterior. A meta é o aperfeiçoamento dos profissionais brasileiros fora do País, fomentando a pesquisa e a criação. A área das ciências exatas será priorizada, abrangendo cursos de engenharia, matemática, física, biologia, ciência da computação, ciências médicas e todas as áreas tecnológicas. A presidenta acredita que essas esferas são cruciais para que a indústria brasileira melhore sua competitividade e a economia do País também melhore.
O campo está aberto para novas experiências. O País está em evidência, pelas belezas naturais, pelo crescimento econômico, pela iminência dos grandiosos eventos desportivos que desembarcaram nas principais capitais brasileiras. Não tem como apresentarmos ao mundo um Brasil inovador se não unirmos o governo – com políticas públicas de incentivo -, a academia – com ofertas de profissionais com iniciação científica – e o setor privado – com vontade de empreender, sempre.